Reconecte seu cérebro.
Recupere seu corpo.
Tecnologia de ponta aliada à escuta humanizada. A neuromodulação usa correntes elétricas seguras para regular seu sistema nervoso e ativar a neuroplasticidade — seu cérebro pode se reconectar.
Restaure seu bem-estar
Reduza dores persistentes. Melhore seu desempenho. Restaure seu bem-estar. Na La Miguens, oferecemos Neuromodulação Não-Invasiva — técnicas modernas que usam estimulação elétrica segura para modular a atividade do sistema nervoso.
O objetivo é estimular a neuroplasticidade — a capacidade natural do cérebro de reaprender, reorganizar e recuperar funções. Uma terapia eficiente, precisa e personalizada, baseada em evidências científicas.
O que é Neuromodulação?
A neuromodulação utiliza correntes elétricas de baixa intensidade para regular a excitabilidade e a conectividade do sistema nervoso. Essas mudanças ajudam a reduzir dor crônica, melhorar função motora e cognitiva, modificar padrões neuronais disfuncionais e acelerar a reabilitação.
O que a neuromodulação faz
- Reduzir dor crônica
- Melhorar função motora e cognitiva
- Modificar padrões neuronais disfuncionais
- acelerar reabilitação pós-lesão
Tecnologias Utilizadas
Estimulação por Corrente Contínua — modula o potencial de membrana dos neurônios de forma polarizada.
Estimulação por Corrente Alternada — sincroniza ritmos cerebrais ligados à atenção, percepção e dor.
Estimulação por Ruído Elétrico Aleatório — facilita a excitabilidade cortical e o aprendizado motor.
Essas técnicas modulam áreas cerebrais específicas com segurança e altíssimo nível de precisão, estimulando respostas neurológicas que aceleram o processo terapêutico.
Para quem é indicada
Dor Crônica
Musculoesquelética e neuropática
Fibromialgia
Melhora significativa com tDCS
Pós-AVC
Recuperação motora e cognitiva
Enxaqueca
Cefaleias crônicas e tensão
Humor
Depressão e ansiedade
Zumbido
Atenção e habituação
Déficits Motores
Coordenação e equilíbrio
Condições Neurológicas
TEA e complexas
Como funciona no seu corpo
Ajusta o potencial de membrana dos neurônios
Sincroniza ritmos cerebrais de atenção, percepção e dor
Induz efeitos duradouros (LTP/LTD)
Regula neurotransmissores como GABA e glutamato
Facilita reorganização de redes neurais
Aumenta excitabilidade em áreas prejudicadas
Em outras palavras: a terapia ajuda seu cérebro a reaprender a funcionar sem dor e com mais eficiência.
Perguntas Frequentes
A neuromodulação dói? É um procedimento invasivo?
Não. A neuromodulação não invasiva é indolor e não requer agulhas, cortes ou qualquer tipo de procedimento invasivo. As técnicas mais comuns — tDCS e tACS — utilizam eletrodos posicionados no couro cabeludo que aplicam correntes elétricas de baixíssima intensidade (geralmente 1 a 2 miliampères). O paciente sente apenas uma leve sensação de formigamento ou calor no local dos eletrodos nos primeiros segundos, que desaparece rapidamente. A sessão é confortável e o paciente pode relaxar durante todo o procedimento.
Quantas sessões são necessárias para ver resultados?
Os resultados variam conforme a condição tratada. Para condições agudas, alguns pacientes relatam melhora já na primeira ou segunda sessão. Para condições crônicas como fibromialgia ou dor crônica, o protocolo típico recomenda de 10 a 20 sessões para resultados consistentes e duradouros. As sessões podem ser diárias ou intercaladas, dependendo do protocolo. O efeito é cumulativo — cada sessão potencializa o resultado da anterior.
Neuromodulação funciona para que tipo de dor?
A neuromodulação tem evidências científicas robustas para diversos tipos de dor: dor crônica musculoesquelética (lombalgia, cervicalgia), dor neuropática, fibromialgia, enxaqueca e cefaleias tensionais, dor pós-cirúrgica persistente e dor associada a condições neurológicas. Também é utilizada com sucesso para condições não dolorosas como depressão, ansiedade, zumbido, recuperação pós-AVC e transtorno do espectro autista. Cada condição tem um protocolo específico de posicionamento dos eletrodos e parâmetros de estimulação.
Tem efeitos colaterais?
Os efeitos colaterais são raros e geralmente leves. Os mais comuns incluem leve vermelhidão ou formigamento no local dos eletrodos, que desaparece em poucos minutos após a sessão. Alguns pacientes podem sentir um leve cansaço ou sonolência durante as primeiras sessões. Efeitos adversos graves são extremamente raros com os protocolos não invasivos atuais. A neuromodulação é considerada uma das técnicas mais seguras disponíveis na medicina, com décadas de pesquisa clínica comprovando seu perfil de segurança.
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sua qualidade de vida?
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